Terapias, Intervenções e Autonomia
Abordagens científicas baseadas em evidências para estimular a neuroplasticidade, promover a independência nas tarefas diárias e apoiar a qualidade de vida da família.
Terapia ABA (Análise do Comportamento Aplicada) e Intervenção Precoce
Entenda os princípios da ciência ABA, a importância do plano de intervenção individualizado, a carga horária de estímulo e os ganhos no desenvolvimento.
Cannabis Medicinal no Tratamento do Autismo: O Que Diz a Ciência e Como Obter Receita
O papel do CBD na redução de ansiedade e distúrbios do sono no TEA, a regulamentação da Anvisa e como agendar consultas com médicos prescritores.
Apoios Sensoriais no Dia a Dia: Como Criar Ambientes Acolhedores para Autistas
Abafadores, iluminação adequada e estratégias práticas para reduzir a sobrecarga sensorial e fortalecer a independência no cotidiano.
Previsibilidade e Rotinas Visuais no Autismo: O Caminho para a Calma e a Independência
Descubra como a previsibilidade e os suportes visuais ajudam a reduzir a ansiedade, prevenir crises e estimular a autonomia em pessoas autistas.
Terapia Ocupacional e Integração Sensorial de Ayres
Como a TO auxilia na autorregulação de hipersensibilidades, independência nas Atividades de Vida Diária (AVDs) e coordenação motora.
Terapia de Autismo com Animais: Afeto, Conexão e Desenvolvimento
Descubra como a Terapia Assistida por Animais (TAA), equoterapia e cinoterapia contribuem para o desenvolvimento motor, social e emocional de pessoas no espectro autista.
Fonoaudiologia e Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA)
O papel do fonoaudiólogo na linguagem verbal e pragmática, e como o uso de pranchas visuais e aplicativos (CAA) garante voz e autonomia.
Uso de Medicamentos no Autismo: Quando são Necessários?
Esclarecimentos médicos sobre o papel das medicações para manejo de sintomas associados severos, como agressividade, insônia e hiperatividade.
Saber onde intervir começa na avaliação inicial
O teste M-CHAT-R/F é a ferramenta científica oficial para identificar sinais de risco entre 16 e 30 meses e iniciar a estimulação precoce sem demoras.
